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Centenário do nascimento de José Saramago assinalado com texto do autor sobre Oleiros

Por Município de Oleiros em 16 de Novembro de 2021

 Centenário do nascimento de José Saramago assinalado com texto do autor sobre Oleiros

Dando início às comemorações do centenário do nascimento do prémio Nobel da Literatura português, o qual faria 100 anos a 16 de novembro de 2022, o Município de Oleiros associa-se a esta efeméride e no dia de hoje, simbolicamente, partilha um trecho da obra Viagem a Portugal, na qual o autor visitou o concelho entre 1978 e 1980. Recorde-se que neste período José Saramago percorreu o país de lés a lés, a convite do Círculo de Leitores, que comemorava o décimo aniversário da sua implantação em Portugal. Disse o autor após essa deambulação, misto de crónica, narrativa e recordações, que «o fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite... É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos».

Evidenciando algumas passagens, destacamos o trajeto que trouxe Saramago até Oleiros "é um caminho de grande solidão: são dezenas de quilómetros sem vivalma, montes em cima de montes, como pode ser tão grande tão pequeno país". Em Oleiros, gostou o viajante de ver as imagens que estão na igreja matriz "como aquela Virgem de pedra que na mão direita segura um ramo de flores. A igreja merece largamente a visita … o tecto pintado e os azulejos da capela-mor". 

No texto pode ler-se ainda que "Oleiros está entre duas serras: a de Alvelos, a sudeste, a Vermelha, a noroeste. O viajante tem o seu fito: quer ir a Álvaro, terra aonde só por este lado se chega, e para isso tem de subir a serra Vermelha. Não é muito alta a serra, nem extensa, se se for comparar. Mas tem uma particular grandeza feita de severidade, de solidão quase angustiosa, com os seus fundos barrancos, as encostas cobertas de urze, a que talvez deva o nome que tem". Estas e outras narrativas, bem ao jeito do autor, com alguns episódios pitorescos, podem ser lidas no texto dedicado a Oleiros integrante da obra referida. Leia o texto na íntegra aqui.
 

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