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Município de Oleiros promove Concurso de Ideias

Por Município de Oleiros em 16 de Dezembro de 2011

 Município de Oleiros promove Concurso de Ideias

O Município de Oleiros está a promover a realização do Concurso de Ideias “Empreendedorismo 2011”, numa estratégia articulada com a Comunidade Intermunicipal do Pinhal Interior Sul (CIMPIS), com o objectivo de desenvolver o espírito empreendedor da população em geral, contribuindo para a promoção do desenvolvimento e dinamismo locais. Desta forma, permite-se a valorização do potencial concelhio, fomentando a criação de uma nova dinâmica, imagem, produtos e serviços, ao mesmo tempo que se pretende promover e apoiar uma cultura empreendedora no concelho de Oleiros. Para além da atribuição de prémios para as três melhores ideias concorrentes, o concurso contempla ainda a possibilidade de concessão de apoios para a concretização dos projectos mais inovadores e originais.

São admitidas para concurso quaisquer ideias e projectos que potenciem o incremento de novas perspectivas de negócio, focando as mais diversas fileiras, tais como indústria, energia, serviços, comércio, turismo, inovação, entre outros. Do mesmo modo, os projectos podem estar associados a uma ou mais temática envolvendo, por exemplo: novos produtos, serviços e tecnologias; marketing; comunicação; imagem, gestão; comercialização; rotas e itinerários; qualidade; história; cultura; planeamento e ordenamento do território; ambiente; desporto; energia ou cooperação.

Podem concorrer a este concurso pessoas singulares que completem 18 anos até ao dia 31 de Janeiro de 2011, individualmente ou em grupo, bem como pessoas colectivas; tendo que estes ter por objectivo a exploração da ideia ou conceito de negócio. As candidaturas podem ser individuais ou apresentadas por equipas até 5 elementos de promotores da ideia apresentada a concurso, em que pelo menos dois dos seus elementos sejam jovens em frequência do ensino superior ou recém licenciados à procura de primeiro emprego.

A formalização das candidaturas a concurso será efectuada através do preenchimento do Formulário de Candidatura (disponível em
www.cm-oleiros.pt, juntamente com as Normas do Concurso) e da sua entrega, juntamente com o Curriculum Vitae do(s) promotore(s) da ideia a concurso, até às 17,30 horas do dia 31 de Janeiro de 2012, pessoalmente no Gabinete de Inserção Profissional da Câmara Municipal de Oleiros, ou por correio, através de carta registada com aviso de recepção para “Concurso de Ideias Empreendedorismo 2011, Câmara Municipal de Oleiros (GIP), Praça do Município 6160-409 Oleiros”. Para mais informações, consulte o website do Município de Oleiros ou contacte através do 272 680 130 ou via e-mail gip@cm-oleiros.pt.

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Importantes achados arqueológicos no concelho

Por Município de Oleiros em 15 de Dezembro de 2011

Com a celebração do dia internacional das montanhas, no passado dia 11 de Dezembro, em Oleiros, o Município de Oleiros, em parceria com a Naturtejo, deu destaque à arte rupestre existente nas Montanhas de Oleiros, nomeadamente alguns achados recentes, que vêm demonstrar a ocupação humana por estas paragens, um “usufruto da paisagem que dura há cerca de 5000 anos”. O Dia Internacional das Montanhas ficou marcado pela interessante palestra “Arqueologia nas Montanhas de Oleiros”, a cargo do Dr. João Caninas da Associação de estudos do Alto Tejo e a qual foi complementada por uma visita guiada a um dos locais de interesse. 

Uma das grandes revelações deste dia, prendeu-se com a contemplação da Arte Rupestre existente nas Montanhas de Oleiros, nomeadamente a existência de gravuras, a qual veio comprovar a ocupação antiga da região. Por outro lado, achados recentes na Serra Vermelha, nomeadamente uma estrutura que se pode conectar com um ritual funerário atribuível à Pré-Historia Recente, vem atestar um “usufruto da paisagem” com cerca de 5000 anos. Recorde-se anteriores descobertas, como a existência de antigos monumentos funerários (tumulus) no concelho, haviam preenchido uma lacuna no conhecimento da presença efectiva de comunidades humanas, nesta zona serrana do distrito de Castelo Branco, a partir do Neolítico.



Por último, refira-se que a paisagem de Oleiros é marcada por montanhas xistentas fortemente recortadas por linhas de água encaixadas em vales profundos. Estas serranias são abruptamente cortadas pela Serra do Moradal, uma enorme “muralha” na paisagem, constituída por quartzito. O cume destas montanhas de quartzito e xisto de Oleiros, actualmente a cerca de 800-1000 m de altitude, já se situou no passado no fundo de um oceano cheio de vida, revelando a história do planeta nos últimos 600 milhões de anos.

No final, ficou comprovado que as rochas de Oleiros, em especial o xisto, marcam a ocupação humana na região há milhares de anos, desde os antigos monumentos funerários (mamoas) e as lajes com Arte Rupestre que se descobrem no alto das serras, até às mais recentes e típicas aldeias com fachadas e muros de xisto.

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Iluminações de Natal 2011

Por Município de Oleiros em 15 de Dezembro de 2011

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Exposição de Árvores de Natal na sede da Junta de Freguesia de Oleiros

Por Município de Oleiros em 15 de Dezembro de 2011

Exposição de Árvores de Natal na sede da Junta de Freguesia de Oleiros

Está patente, na sede da Junta de Freguesia de Oleiros (JFO), durante a semana e ao fim-de-semana, a Exposição de Árvores de Natal decorrente da realização do I Concurso de Árvores de natal promovido pela JFO, o qual envolveu as várias colectividades da freguesia e decorreu em paralelo com o I Concurso de Montras da vila de Oleiros, destinado ao comércio local. As iniciativas têm o objectivo de reviver a tradição e salientar o espírito natalício no seio da comunidade. Tanto as Árvores de Natal como as montras vão estar em exibição até ao dia 6 de Janeiro de 2012.

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Município de Oleiros promove o seu Património Geomineiro

Por Município de Oleiros em 14 de Dezembro de 2011

O Município de Oleiros aposta na promoção do património geomineiro concelhio, conforme ficou comprovado no passado dia 11 de Dezembro, por ocasião da celebração do Dia Internacional das Montanhas, este ano com o tema “Entre paisagens ricas de antiguidade e as riquezas das entranhas da Terra”.Quem esteve presente, ouviu que “a transformação da paisagem e o aproveitamento dos recursos geológicos em Oleiros, terão sido anteriores ao Período Romano”, hipótese avançada pelos geólogos da Naturtejo.

Segundo um folheto distribuído, o qual foi produzido para o efeito, a acção mineira no concelho centralizou-se nos vales, em Álvaro, Borralhal e Fragas do Cavalo. Da mina do Borralhal, uma mina de Cobre concessionada em 1953, chegando a ser explorada pela companhia União fabril até 1957; restam silêncios, amontoados de escombros à boca das galerias e parte de uma vagoneta de minério corroída pelas águas ácidas da mina. 

As segundas minas que existiram no concelho de Oleiros, as minas de Álvaro, exploravam Estanho de aluvião nas margens do Rio Zêzere, mais precisamente no lugar da Barca de Álvaro, entre 1937 e 1944. A sua exploração deste esteve sempre associada aos períodos de Paz e desta época resta a memória das empreitadas de lavagem das areias nas cales ou caleiras e do transporte do minério para Avaro em cestos ou padiolas. Consta que por ali também se encontravam algumas pepitas de ouro de tamanho bastante apreciável.



Por último, as Minas de Fragas do Cavalo, minas de Volfrâmio, foram registadas a 28 de Abril de 1910. As duas concessões existentes, Fragas n.º 1 e Fragas n.º 2, funcionaram no seu apogeu até 1920, cruzando-se a sua história com a das grandes minas da Panasqueira. Nessa época, a lavra foi suspensa por falta de trabalhadores, baixa cotação do Volfrâmio e consequente baixa procura. Durante a Segunda Guerra Mundial, Portugal foi o principal produtor de Volfrâmio, tendo-se mantido neutro ao abastecer tanto os alemães como ingleses. Nos períodos de maior procura, aumentavam as actividades clandestinas, como explorações ilegais, contrabando, espionagem, mistura de outros minerais de cor negra, roubos e várias outras actividades paralelas que marcaram a “Febre do Ouro Negro”, a qual varreu toda a região da Beira Interior. É desta forma que em 1939 são retomados os trabalhos nas vulgarmente designadas “Minas do Cavalo”. Por pressão das forças aliadas, Salazar é obrigado a decretar o encerramento temporário das minas de Volfrâmio em Portugal, o que paralisou as minas das Fragas a 25 de Julho de 1944. Os trabalhos pararam de vez em 1957, porque as seguradoras se recusaram a fazer o seguro ao pessoal em virtude do flagelo da silicose, doença que vitimou um número indeterminado de mineiros desta época, em todo o país. As concessões das Fragas são definitivamente extintas a 1 de Julho de 1992.

Segundo o Município de Oleiros e a Naturtejo, por questões de segurança, a entrada nas galerias é desaconselhada, havendo risco de abatimento, assim como nos edifícios de apoio às minas, os quais estão em ruína. A circulação pela encosta das minas é perigosa e desaconselhada, devido à existência de inúmeros poços não sinalizados. Não se devem ainda recolher materiais de escombreiras, nem qualquer tipo de ferramenta ou maquinaria existente, ou utilizar a água proveniente das minas ou escombreiras, pelo risco de contaminação.

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Mega-aula de Hidroginástica amanhã nas Piscinas Municipais

Por Município de Oleiros em 14 de Dezembro de 2011

Mega-aula de Hidroginástica amanhã nas Piscinas Municipais

Alusiva à época natalícia, as Piscinas Municipais de Oleiros realizam todos os anos uma MEGA AULA gratuita de HIDROGINÁSTICA. Este ano a aula será no próximo dia 15 de Dezembro, Quinta-feira, pelas 19 horas, e vai ser leccionada por três professores (série de exercícios em circuito), de forma a aumentar a dinâmica e a motivação. Caracterizada pela animação e divertimento ao som de músicas ritmadas, é uma excelente forma de conseguirmos o aumento da condição física e muscular inerentes a todos os benefícios desta modalidade.

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Dia Internacional das Montanhas celebra os 5000 anos do usufruto da paisagem em Oleiros

Por Município de Oleiros em 13 de Dezembro de 2011

O Município de Oleiros, em parceria com o Geopark Naturtejo, assinalou pelo segundo ano consecutivo, no passado dia 11 de Dezembro, o Dia Internacional das Montanhas. Com o tema “Entre paisagens ricas de antiguidade e as riquezas das entranhas da Terra”, foi desta forma que se realizou a celebração às misteriosas montanhas de Oleiros, onde nasceu o Padre António de Andrade, “escalador dos Himalaias e descobridor do Tibete”, em 1581. 

A comemoração iniciou-se no Posto de Turismo de Oleiros com uma interessante introdução à “Arqueologia nas Montanhas de Oleiros”, pelo Dr. João Caninas da Associação de Estudos de Alto Tejo. Esta palestra foi complementada por uma visita guiada a um dos locais de interesse de Arte Rupestre nas montanhas de Oleiros, comprovando a ocupação antiga da região e dando realce aos achados recentes na Serra Vermelha, os quais remontam há cerca de 5000 anos. 

Junto à estátua dedicada ao padre António de Andrade, houve ainda um momento de homenagem, num período em que a RTP acaba de emitir um documentário sobre a viagem deste jesuíta, difundindo a nível nacional a chegada do “ primeiro europeu ao tecto do mundo”. Recorde-se que esta figura inspirou a criação da Rota da Montanha, anunciada no ano passado, por ocasião da celebração do Dia Internacional das Montanhas e da qual nasceu um interessante mapa turístico do concelho de Oleiros que se encontra acessível no Posto de Turismo Municipal.



As montanhas de Oleiros guardam também as “Memórias do Volfrâmio” explorado nas Minas das Fragas do Cavalo, tendo sido feita a visita à paisagem profundamente marcada pelas escombreiras e pelas galerias e poços mineiros abandonados. Neste âmbito foi lançado o folheto “Património Geomineiro de Oleiros”, uma ferramenta que apresenta aos visitantes e turistas uma nova potencialidade do concelho de Oleiros, que está a ser actualmente alvo de estudo aprofundado pela equipa do Geopark Naturtejo, em estreita colaboração com o Município de Oleiros e com a comunidade local. 

A realidade dos tempos do volfrâmio na região na primeira metade do século XX está a desvanecer-se mas a “Febre do Ouro Negro”, na qual toda esta região esteve envolvida, faz parte da História Universal e não pode ser esquecida devendo mesmo ser valorizada. O almoço “Sabores da Montanha” deu a provar alguns dos paladares de Oleiros, não faltando a inolvidável sopa de castanha, o queijo de cabra, o tradicional maranho, as filhós e as papas de carolo, assim como o histórico vinho Calum ou o tradicional chá de carqueja.

O Natal na Montanha ficou também marcado pelo concerto Clássicos de Natal na Igreja Matriz de Oleiros, pela Orquestra Típica Albicastrense. A Igreja do século XVI, monumento de importância nacional, esteve repleta por um público entusiasmado pelos temas natalícios tradicionais portugueses e do Mundo. No adro da Igreja, os participantes puderam ainda contemplar um exemplar da floresta notável autóctone de Portugal, o Freixo do Adro, um Monumento Vivo de Oleiros que faz parte da Rota de Árvores Monumentais, criada no âmbito do Ano Internacional das Florestas.


 

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